Acabo de terminar esse belo livro de Harold Bloom e confesso que, mesmo não entendendo um bocado de coisas por pura falta das referências necessárias, fiquei encantado (acho que uso essa palavra um pouco demais).
Ao longo do trabalho, Bloom versa sobre as qualidades literárias dos personagens Jesus e Javé, da distância entre eles, Yeoshua ben Joseph, o Deus Pai, um monte de versões cabalísticas e sobre a irreconciliabilidade do histórico e do teológico além do mito da tradição “judaico-cristã.”
Como eu disse, não entendi um monte de coisas. Ele cita grandes rabinos e livros que nunca veremos em português mas como ele trabalha alguns conceitos freudianos na leitura das personalidades dos diversos Jesuses dos evangélios me dá algum chão.
Enfim, preciso relê-lo daqui uns anos.




